União Brasil e PP anunciam apoio a Flávio Bolsonaro no segundo turno

A federação partidária composta por União Brasil e Progressistas (União Progressista) declarou formalmente nesta terça-feira (05) o seu apoio à candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) para o segundo turno da disputa presidencial, marcado para o dia 25 de outubro.

Posição unânime da federação

O anúncio ocorreu após uma deliberação interna das cúpulas partidárias. No primeiro turno da eleição, a federação havia adotado uma postura de neutralidade, o que acabou inviabilizando a escolha da senadora Tereza Cristina para o posto de vice na chapa presidencial devido à orientação anterior de seu partido.

“As executivas se reuniram e decidiram por unanimidade o apoio no segundo turno ao Flávio Bolsonaro. No segundo turno o União Brasil e Progressistas vão trabalhar pela eleição de Flávio Bolsonaro”, disse a sendora Tereza Cristina (PP-MS).

Novas adesões e articulações políticas

Além da aliança formalizada pelo bloco partidário, o pleito presidencial recebeu novos reforços no mesmo dia. O ex-candidato Ronaldo Caiado (PSD), quinto colocado na disputa de 2026 com 2.605.148 votos (2,18% do total), declarou voto em Flávio durante um evento político realizado no estado de Goiás.

“Vamos transformar o Brasil e devolver o Brasil aos brasileiros de bem”, declarou Caiado, ao lado do candidato do PL durante um evento em Goiás.

Ampliação de palanque e novas conversas

O ex-candidato Romeu Zema (Novo), sexto colocado na corrida pelo Palácio do Planalto com 326.488 votos (0,27%), também manifestou apoio ao nome do PL para a etapa final da eleição.

Nos bastidores, o governador reeleito de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), assumiu um papel central na articulação de novas alianças e conversas com outras siglas. Entre as legendas sondadas está o MDB, partido que integra a base do governo paulista e do prefeito Ricardo Nunes, mas que ainda demonstra resistência em aderir formalmente ao projeto do PL.

O processo de expansão da base de apoio também alcança o Podemos. As direções partidárias avaliam os cenários internos antes de oficializar qualquer posição, enquanto os articuladores da campanha demonstram confiança no avanço das negociações: “Vai dar certo. Está ficando bonito”, resumiu uma fonte.

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