O fluxo de solicitações internas é um desafio invisível que drena a produtividade corporativa. Quando pedidos como a compra de um notebook, aprovações de RH ou reparos de manutenção chegam por canais distintos, como e-mail, WhatsApp e telefone, a falta de padronização impede o rastreamento eficiente das demandas, gerando incertezas sobre o status de cada tarefa.
Os riscos da comunicação descentralizada
Depender de métodos manuais e desconexos cria um ambiente propício ao retrabalho e à perda de informações. Sem um sistema unificado, o gestor perde a capacidade de identificar gargalos ou sobrecarga de equipe, enquanto o colaborador responsável pela execução se sente perdido em meio a uma avalanche de solicitações sem priorização clara.
Benefícios da centralização operacional
Ao adotar uma plataforma central, a empresa consegue integrar diversos departamentos — como TI, financeiro, jurídico e facilities — em um único fluxo de trabalho. A grande vantagem é que o colaborador mantém a liberdade de escolher o canal de entrada, mas a organização ganha uma estrutura onde cada chamado possui um responsável definido e um prazo de conclusão monitorado.
Cases de sucesso e governança
A automação permite o uso de dashboards em tempo real, fundamentais para a tomada de decisão baseada em dados. O Grupo DPSP, que opera uma rede de 1.700 lojas, exemplifica o sucesso dessa estratégia ao processar mais de 1,6 milhão de tickets com 30 mil usuários ativos. Segundo profissionais de TI do próprio grupo, o GLPI é essencial para que a empresa saiba exatamente o que acontece em seu ambiente, justamente por trazer números concretos para a gestão.
No entanto, o uso da tecnologia deve estar acompanhado de uma base sólida de governança corporativa. A consultoria especializada, como a realizada pela Pellissari junto à Teclib, demonstra que a implementação de ferramentas como o GLPI exige conhecimento técnico para estruturar fluxos que entreguem previsibilidade e eficiência ao negócio.