Tarcísio e Nunes marcam ato pró-Flávio na avenida Paulista para domingo

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), e o prefeito da capital, Ricardo Nunes (MDB), confirmaram a realização de um ato político em apoio ao candidato Flávio Bolsonaro (PL). A manifestação foi agendada para o próximo domingo (18), na tradicional avenida Paulista.

Almoço político e mobilização para o segundo turno

O anúncio ocorreu na tarde do último domingo (11), data que também foi marcada por uma mobilização em favor da reeleição do presidente Lula no mesmo endereço. Flávio participou de um evento de campanha na região central ao lado de Tarcísio, Nunes, além de diversos prefeitos e vereadores da região metropolitana.

Durante o encontro, o candidato pediu aos aliados que intensifiquem a mobilização de eleitores para o segundo turno, agendado para o dia 25 de outubro, ressaltando que a disputa ainda permanece aberta. O governador também exigiu dedicação total das lideranças municipais nas últimas semanas de campanha.

Detalhes do evento e presença confirmada

Foi justamente nessa ocasião que Tarcísio divulgou a realização do ato no próximo fim de semana, que contará com a participação de Flávio e do deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG). “Nós vamos fazer um grande bloco aqui com o Nikolas, com o Flávio, com a gente, com o Ricardo, comigo. Na avenida Paulista”, afirmou o governador, sem divulgar maiores informações sobre horários ou a logística da organização.

Ato da esquerda e negativa sobre disputa de público

No mesmo dia, a avenida Paulista abrigou a Marcha pela Democracia, ato que reuniu milhares de apoiadores do presidente Lula. Organizada por partidos de esquerda, movimentos sociais e estudantes, a mobilização ocupou praticamente toda a extensão de 2,8 quilômetros da via, embora não houvesse estimativa oficial de público divulgada.

Diante dos questionamentos sobre uma possível disputa de público com o evento rival, Ricardo Nunes rechaçou a ideia de rivalidade numérica. “A gente não está disputando gente, não. É só para poder reunir as pessoas para externar essa energia de estar chegando perto de um momento de defender o futuro do Brasil”, declarou o prefeito de São Paulo.

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