Issy Quinan desponta como superfavorito para a presidência da Alego

A corrida pela presidência da Assembleia Legislativa de Goiás costuma seguir um roteiro tradicional, no qual dezenas de nomes se lançam, mas a disputa real acaba se concentrando em poucos favoritos. Atualmente, 10 parlamentares figuram na lista de concorrentes, mas a articulação política nos bastidores reduz o grupo competitivo para cinco nomes principais.

Os principais nomes na disputa pela Alego

A lista inicial de candidatos inclui Cairo Salim (MDB), Charles Bento (MDB), Issy Quinan (MDB), Jamil Calile (pP), Lissauer Vieira (PL), Paulo do Vale (PSD), Talles Barreto (União Brasil), Virmondes Cruvinel (União Brasil), Wagner Neto (Solidariedade) e Wilde Cambão (União Brasil). No entanto, avalia-se que apenas Issy Quinan, Talles Barreto, Virmondes Cruvinel, Jamil Calile e Wilde Cambão mantêm candidaturas reais neste momento.

Por que Issy Quinan é o favorito

Entre os concorrentes mais cotados, que incluem também Virmondes Cruvinel, Issy Quinan destaca-se como o superfavorito ao cargo. O parlamentar reúne vantagens estratégicas importantes: é reconhecido como gestor experimentado, pertence ao MDB — o partido do governador, que elegeu sete deputados — e mantém forte proximidade com Daniel Vilela, atuando como aliado, amigo e interlocutor.

A articulação e o perfil buscado para a Casa

Para consolidar o projeto, a missão principal de Issy Quinan envolve agregar os demais parlamentares, dialogando com nomes como Virmondes Cruvinel, Talles Barreto, Jamil Calife, Cairo Salim, Paulo do Vale, Charles Bento, Wilde Cambão e Wagner Neto. O objetivo central é eleger um dirigente que garanta estabilidade institucional, evitando conflitos artificiais e gastos desnecessários, priorizando a responsabilidade com o estado.

Enquanto isso, outras articulações ocorrem nos bastidores. Na semana passada, Lissauer Vieira tentou estruturar um bloco com cinco deputados do PL e dois do Novo. Contudo, parlamentares experientes apontam que um grupo com apenas sete integrantes é insuficiente para definir a eleição, ressaltando ainda o desgaste político do ex-presidente da Casa com colegas e com o governo estadual. A percepção geral entre os legisladores foi resumida na advertência de um parlamentar: A Assembleia não pode ser um lugar de se fazer negócios.

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