Durante o debate presidencial exibido pela TV Band neste domingo (18/10), o senador e candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL-RJ) garantiu que a taxa básica de juros sofrerá uma retração expressiva logo no início de uma eventual gestão sua.
Propostas econômicas e novo ministério
O parlamentar detalhou medidas de impacto para o setor financeiro e o apoio ao cidadão. Entre os compromissos assumidos estão a criação do Ministério da Prosperidade, a suspensão de cobranças por um período de até um ano e a aquisição de dívidas de pessoas físicas e empresas junto às instituições bancárias por valores reduzidos, além de linhas de crédito a longo prazo com taxas menores.
“Quando eu for presidente da República, os juros já vão começar a cair de uma forma muito rápida, porque eu vou ter um grande time de ministros”, declarou o filho 01 de Jair Bolsonaro ao lado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
O papel do Banco Central e da taxa Selic
Atualmente, a definição sobre cortes, manutenção ou alta da taxa Selic compete aos diretores do Comitê de Política Monetária (Copom). Cabe ao Banco Central (BC) a missão de monitorar e conter a inflação e a escalada de preços de bens e serviços no Brasil.
Mecanismo de controle inflacionário
A elevação da taxa de juros funciona como um freio na economia, encarecendo o crédito e gerando desaquecimento na circulação de recursos e investimentos, o que resulta na contenção dos preços para o consumidor final e para o setor produtivo.