O deputado estadual reeleito Issy Quinan (MDB), um dos nomes ventilados para assumir o comando da Assembleia Legislativa de Goiás (Alego), afastou especulações sobre a disputa pela Mesa Diretora. Segundo o parlamentar, o cenário atual não permite definições antecipadas. “Essa realidade ainda está muito distante.”
Foco na articulação política
As declarações ocorreram após um almoço entre o governador Daniel Vilela (MDB) e deputados da base governista. Durante o encontro, o foco esteve na manutenção da harmonia entre os poderes e no agradecimento pela parceria legislativa, sem abrir espaço para negociações sobre cargos na Casa. “Não discutimos sucessão da Mesa. Seria inviável. Até porque vários que não integram a próxima legislatura não estavam no encontro”, reforçou Issy.
Diálogo entre os parlamentares
Embora mantenha uma postura reservada, o emedebista admitiu que já realizou contatos com colegas eleitos, mas tratou o tema como informal. O deputado defende que a sucessão deve ser tratada com prudência, sem atropelos ao calendário político. “Somente generalidades. Não há pauta específica”, explicou o parlamentar sobre as conversas que teve até o momento.
Posicionamento de Bruno Peixoto
Sobre a postura do atual presidente da Alego, Bruno Peixoto (União Brasil), que foi eleito deputado federal e mantém neutralidade, Issy Quinan avaliou a conduta como adequada. “Mais do que justo assumir uma posição de imparcialidade.”
Além de Quinan, outros nomes compõem a lista de possíveis sucessores, como Virmondes Cruvinel (União Brasil), Paulo do Vale (PSD), Wilde Cambão (União Brasil), Charles Bento (MDB), Paulo Cezar Martins (MDB), Cairo Salim (MDB) e Lissauer Vieira (PL). Nos bastidores, a expectativa é que o próximo presidente seja um representante da base, com forte influência do governador Daniel Vilela pela escolha de um nome do MDB.