Bruno Peixoto revela perfil de quem vai comandar a Alego

O comando da Assembleia Legislativa de Goiás já movimenta os bastidores políticos com a definição de pré-requisitos para a sucessão. O atual presidente da Alego, Bruno Peixoto, estabeleceu duas condições fundamentais para o próximo dirigente do legislativo estadual: o parlamentar precisa ter assegurado a sua reeleição e fazer parte da base governista.

Diálogo com o governo e o perfil desejado

A estratégia foi apresentada na última terça-feira (20). O deputado federal eleito confirmou que já discutiu o tema diretamente com o governador Daniel Vilela. A preferência recai sobre o grupo de 15 deputados estaduais que conseguiram renovar seus mandatos e apoiam a gestão estadual, mantendo contato diário com os potenciais concorrentes.

“Minha sugestão é para que seja um dos deputados reeleitos. Eles já conhecem as atividades da Casa, os trâmites e a abertura que tivemos com os deputados aqui”, afirmou Bruno Peixoto.

Os nomes cotados na base

Entre os quinze parlamentares reconduzidos aos seus cargos que compõem o arco de aliança do governo estão Alessandro Moreira (PRD), Anderson Teodoro (PRD), André do Premium (União Brasil), Cairo Salim (MDB), Charles Bento (MDB), Dr. George Morais (MDB), Henrique César (Podemos), Issy Quinan (MDB), Jamil Calife (Progressistas), Lineu Olímpio (MDB), Paulo Cezar Martins (MDB), Talles Barreto (União Brasil), Virmondes Cruvinel (União Brasil), Wagner Neto (Solidariedade) e Wilde Cambão (União Brasil).

Disputa interna na Alego

Deste conjunto, oito parlamentares despontam nos bastidores como principais pré-candidatos ao cargo máximo da mesa diretora: Cairo Salim, Charles Bento, Issy Quinan, Jamil Calife, Paulo Cezar Martins, Talles Barreto, Virmondes Cruvinel e Wagner Neto. A corrida sucessória envolve articulações dentro da federação União Progressista e negociações por apoios estratégicos entre os aliados do governo.

Apesar de afastar a possibilidade de neutralidade no processo político, o atual chefe do legislativo evitou antecipar preferências por um nome específico, pontuando que mantém diferentes históricos de convivência com os postulantes. “Informei as características”, declarou. Ele acrescentou: “Todos estão preparados, têm capacidade para manter os trabalhos da Casa. Não vou trabalhar para este ou aquele, mas sim por um deputado que foi reeleito nesta legislatura”, concluiu.

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