Escola de dança de Goiânia disputa final na Argentina com 42 coreografias

Um total de 42 trabalhos coreográficos desenvolvidos por uma instituição de Goiânia garantiu vaga na decisão de um importante festival internacional na Argentina, realizado neste sábado (24) e domingo (25). O MVSIKA Centro de Estudos marca presença na disputa sediada em Rosário com aproximadamente 40 artistas, após alcançar 100% de aprovação em suas inscrições, todas avaliadas com notas superiores a 9. O evento atrai milhares de competidores de toda a América do Sul, estimando a participação de 2 mil bailarinos e meio milhar de performances ao longo do final de semana.

Estrutura e liderança da delegação goiana

A representação no exterior conta com duas divisões: o Corpo de Baile Mvsikinha!, composto por talentos juvenis, e o Corpo de Baile Oficial (CBO), que integra adultos e artistas de nível avançado. A gestão da comitiva fica sob a responsabilidade da diretora Delmari Rossi e da coordenadora Jeane Valadares, enquanto a direção artística é conduzida por Hérika Crosara. Já o treinamento dos competidores foi estruturado pelos professores e coreógrafos Hérika Crosara, Saan Queiroz e Mikael Rocha.

Programação e intercâmbio cultural

O torneio decisivo, organizado pela Matrix Producciones, acontece simultaneamente em dois palcos distintos. A agenda do festival vai além das exibições competitivas, oferecendo workshops e masterclasses com mestres convidados. Essa dinâmica fomenta o intercâmbio cultural, permitindo que os alunos conheçam novas metodologias e expandam seu repertório artístico por meio do contato com escolas de diferentes regiões.

Critérios de avaliação e premiação

O painel de jurados analisa as performances com base em critérios rigorosos que englobam a modalidade, faixa etária, categoria, estruturação dos grupos, além de aspectos técnicos e expressivos. Os destaques da competição são coroados com medalhas e menções honrosas voltadas tanto para os intérpretes quanto para os criadores e instituições de ensino.

Para a comissão técnica, a jornada além-fronteiras vai muito além da busca por troféus, servindo como ferramenta essencial para o desenvolvimento profissional dos alunos e para a consolidação da dança produzida no estado em território internacional.

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