O candidato à presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) votou na manhã deste domingo, 25, em uma seção eleitoral localizada no bairro de Vila Isabel, na capital fluminense. Durante o pleito, o senador avaliou o cenário nacional e destacou que a criminalidade e as dificuldades financeiras das famílias foram os eixos centrais de sua trajetória na disputa contra o presidente Lula da Silva (PT).
Críticas à segurança e à economia
Ao abordar os desafios do país, o parlamentar argumentou que o clima de incerteza tomou conta do cotidiano da população, relacionando diretamente a gestão atual ao agravamento da violência urbana e ao descontrole das contas públicas das famílias brasileiras.
“A esperança virou medo. Medo de andar na rua de noite, medo de ter o celular roubado, medo de ter a moto roubada, medo da geladeira vazia, medo de não conseguir pagar as contas que estão atrasadas”, afirmou.
Propostas de recuperação financeira
Questionado sobre as diretrizes para uma eventual gestão, o candidato mencionou a intenção de estruturar um grupo técnico para sanar os problemas fiscais e aliviar o endividamento dos cidadãos, embora não tenha especificado quais ferramentas normativas ou econômicas seriam acionadas para esse fim.
“Eu vim com propostas mostrando que a gente tem toda a condição de montar um grande time para reorganizar o Brasil, tirar o Brasil dessa dívida e tirar você, brasileiro, que está em dívida também, dessa situação de sufoco que você está vivendo”, declarou.
Balanço do segundo turno
O postulante ao Executivo também celebrou a adesão dos eleitores ao longo da reta final da campanha, pontuando a parceria com o governador eleito do Rio de Janeiro, Douglas Ruas (PL), nos eventos políticos realizados no estado.
“Estou muito feliz com a campanha nesse segundo turno. Levamos alegrias às ruas. Uma campanha leve, uma campanha limpa. Com felicidade no rosto de quem estava com a gente nas ruas, aqui no Rio de Janeiro, com o Douglas”, disse.
Antes de encerrar, o senador incentivou o comparecimento às urnas a despeito de fatores climáticos e reforçou a necessidade de mudança na administração federal, argumentando que a continuidade da atual gestão inviabiliza o progresso nacional.
“O Brasil não aguenta mais quatro anos do jeito que está. A vida de todo mundo piorou. Então não tem por que continuar insistindo no erro”, afirmou. “Faça chuva ou faça sol, bora sair de casa para votar que o Brasil vai mudar e o Brasil vai vencer”, concluiu.