Nikolas Ferreira aposta em vitória de Flávio e descarta ministério

O deputado federal Nikolas Ferreira (PL) demonstrou total confiança no pleito deste domingo (25) e cravou um prognóstico favorável para Flávio, descartando qualquer cenário de derrota na disputa. Apontado como o parlamentar mais votado do país, o político mineiro baseou sua projeção nos recentes levantamentos de intenção de voto divulgados pela imprensa. Deputado federal mais votado do país, o mineiro Nikolas Ferreira (PL) afirmou, neste domingo (25), que “nem cogito a possibilidade de hoje a gente perder. No Datafolha deu 51 a 49. Se no Datafolha a gente está na frente, é porque a gente está muito na frente. O meu palpite é 54 a 46”.

Críticas ao governo e restrições da Justiça Eleitoral

Durante sua avaliação sobre o cenário político atual e o período de campanha, o congressista direcionou críticas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), a quem acusou de espalhar inverdades para o eleitorado. Além disso, o aliado do candidato do PL expressou insatisfação com as limitações impostas pela Justiça Eleitoral em relação aos seus perfis nas plataformas digitais.

“O TSE fez com que eu não pudesse postar algumas coisas a respeito de eleição, restringindo, na verdade, o meu alcance. Eu não posso usar bóton do 22. Eu não posso fazer o 22 na hora da foto”, declarou.

Futuro político e planos para a Câmara

Indagado sobre a possibilidade de integrar o primeiro escalão em uma eventual gestão liderada por Flávio, o parlamentar afastou essa hipótese e revelou o desejo de comandar a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados, reforçando seu compromisso com os eleitores que o elegeram.

“Quanto a eu em ministério, eu acho que sirvo melhor o Brasil ali como deputado federal. E não tenho dúvidas de que vou continuar sendo a voz ali de Minas, continuar sendo a voz ali do Congresso”, garantiu.

Para intensificar a mobilização eleitoral nos últimos meses, o deputado informou que visitou 80 municípios ao longo de 69 dias de intensa jornada de campanha, destacando o impacto pessoal da maratona política: “Somente hoje pude ver a minha filha”.

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