O deputado estadual Wilde Cambão (União Brasil), representante do Entorno do Distrito Federal, confirmou que segue firme com sua candidatura à presidência da Assembleia Legislativa de Goiás (Alego). A votação para definir o sucessor do atual chefe do Legislativo, Bruno Peixoto (União Brasil), está programada para ocorrer durante a cerimônia de posse dos novos parlamentares em fevereiro do ano que vem.
Cenário da disputa e apoio governista
Ao analisar o tabuleiro político, Cambão reconhece que o parlamentar Issy Quinan (MDB) larga com certo favoritismo na corrida eleitoral por contar com a preferência do grupo ligado ao governo de Daniel Vilela (MDB). Mesmo diante dessa conjuntura favorável ao concorrente, o representante do Entorno projeta um pleito acirrado até que as correntes políticas alcancem um acordo unificado.
Articulação e pluralidade de nomes
O postulante defende a legitimidade da corrida ao cargo máximo da mesa diretora e avalia que seria altamente benéfica uma mobilização conjunta dos deputados da região do Entorno em torno de um único projeto político. A disputa sucessória também envolve outros nomes expressivos da Casa, a exemplo de Virmondes Cruvinel (União Brasil), Paulo do Vale (PSD), Talles Barreto (União Brasil), Cairo Salim (MDB), Jamil Calife (PP) e Wagner Neto (Solidariedade).
Critérios definidos pela mesa diretora
As diretrizes para o pleito foram debatidas pela cúpula administrativa. O atual presidente da Alego, Bruno Peixoto, pontuou que o comando do parlamento deve ficar sob a responsabilidade de um membro já atuante na legislatura atual. “No dia seguinte após a eleição, sentei com o Daniel Vilela e nós definimos um critério. Que seja desta legislatura e de um partido da base”, afirmou em coletiva na quarta-feira (28).
O dirigente máximo da Casa também destacou que a pluralidade de candidaturas enriquece o processo democrático interno. “todos os nomes apresentados têm capacidade. Então é natural esse momento de diálogo”, concluiu.