A cantora Luiza Possi, de 42 anos, utilizou suas redes sociais para fazer duras críticas às comemorações de halloween. A artista, que passou por uma conversão recente ao cristianismo, publicou um vídeo em que aponta a festividade como um perigo para os princípios religiosos que professa, definindo a data como uma estratégia maligna.
Críticas à popularidade da data
No registro compartilhado com seus seguidores, a musicista destacou a forte presença da festividade em diferentes ambientes do cotidiano, como escolas e clubes. “Vem aí o tal do Halloween, muito engraçado, muitas festas, cercado por todos os lados, porque é festa no bairro, é festa no clube, é festa dos amigos, é festa na escola. Mas, de verdade, eu nunca fui chegada nessa festa, nunca me convenceu, nem me animou”, iniciou a famosa.
Incompatibilidade com a fé cristã
De acordo com a intérprete, os símbolos tradicionais do dia das bruxas, frequentemente ligados a temáticas sombrias e violentas, colidem diretamente com a sua nova visão espiritual. “Desde que eu me converti ao cristianismo, comecei a entender um pouco mais”, prosseguiu. “Não tem como servir a dois senhores. Não tem como ter dois senhores na sua vida, dois deuses, porque Deus é só um.”
A visão sobre a festividade
A criadora de conteúdo argumentou ainda que a aparente inocência da data esconde um significado mais profundo e prejudicial aos olhos da sua religião.
“Halloween é nada mais, nada menos do que uma festa que mantém isso como uma grande brincadeira, mas que, se a gente perceber, está colocando para dentro da casa da gente ou participando de festas onde tem morte, onde tem violência, traços de violência, onde tem coisas que não agradam a Deus, não agradam ao coração de Deus, não agradam o cristão”, pontuou, antes de reforçar: “Ela realmente é uma festa que parece ser uma brincadeira, e isso é típico de Satanás. Tudo o que ele faz parece ser uma grande brincadeira”.
Questionamento aos fiéis e posição firme
Em outro trecho da gravação, a vocalista colocou em dúvida a coerência de quem segue a doutrina cristã e participa desse tipo de evento. “Eu chamo de culto e, sinceramente, não dá para estar num culto ao oculto e culto a forças contrárias e, no domingo, estar sentado no banco da igreja, cultuando Deus e Jesus”, declarou.
Ao encerrar o desabafo, a figura pública admitiu que sua postura pode ser interpretada de maneira severa, mas garantiu que seguirá firme em sua decisão familiar. “Talvez eu esteja sendo radical, mas na minha casa, o Halloween não entra e as pessoas da minha casa não entram numa festa de Halloween”, concluiu. “Isso é só a minha visão, mas que Deus pediu que eu compartilhasse com você, principalmente você que é cristão.”