Um imigrante da Venezuela foi detido pelo Serviço Secreto dos Estados Unidos nas imediações da Casa Branca, em Washington, sob a acusação de planejar o assassinato do presidente Donald Trump. A detenção aconteceu na quinta-feira, 5, e veio a público por meio de um comunicado emitido pelo Departamento de Segurança Interna (DHS) na sexta-feira, 6.
Abordagem e apreensão de armamento pesado
O indivíduo foi apontado pelas autoridades como Ronny Yordrix Guanipa Chrinos. Ele foi interceptado por equipes de segurança no interior de um automóvel roubado, que estava parado nas proximidades da sede do governo norte-americano. Na ocasião da checagem, os oficiais apreenderam três armas de fogo e uma grande quantidade de munições.
Histórico de entrada no país e motivação
Conforme relatos repassados pelo governo dos Estados Unidos, o venezuelano alegou aos oficiais que escutava vozes que o incitavam a ir até a capital do país para tirar a vida de Trump. As investigações apontam que o suspeito cruzou a fronteira com o México de maneira ilegal em março de 2024.
Acusações formais e situação atual
O homem agora responde criminalmente por acusações ligadas ao porte ilegal de armamento e à condução de veículo roubado. Ele continua detido sob a custódia das forças de segurança norte-americanas enquanto o caso segue em andamento.
O episódio reforça o alerta das agências de inteligência e segurança em relação à proteção de autoridades máximas no país, especialmente em zonas de alta segurança ao redor da residência oficial da presidência.