Bastidores da secretaria de cultura movimentam cenário político goiano

A permanência de Yara Nunes dos Santos à frente da Secretaria da Cultura é defendida por importantes figuras do setor, como os escritores Carlos Willian Leite e Ademir Luiz, devido ao reconhecimento de sua eficiência, criatividade e proatividade na gestão.

Apoio político e nomes alternativos

O governador Daniel Vilela (MDB), o ex-governador Ronaldo Caiado (PSD) e a senadora eleita Gracinha Caiado (União Brasil) demonstram apreço pelo trabalho da atual gestora, garantindo a aprovação do alto escalão da política goiana.

Apesar disso, outros nomes articulam nos bastidores para assumir a pasta. O ex-secretário da Cultura Kleber Adorno, gestor com ampla experiência e histórico de ligação com o emedebismo, busca retornar ao cargo com o respaldo de figuras tradicionais da área.

Articulações e apoios estratégicos

Kleber Adorno organizou uma reunião entre o setor cultural e o governador Daniel Vilela, contando com o apoio de Jales Mendonça e Nilson Jaime, respectivamente presidente e vice-presidente do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás (IHGG).

Outros nomes na disputa

Leopoldo da Veiga Jardim também movimenta-se para ocupar o posto. Segundo um parlamentar, ele conta com o respaldo do presidente da Fecomércio, Marcelo Baiocchi, e do escritor Iuri Rincon Godinho, além da forte atuação do Sesc e do Senac no cenário artístico.

O ex-deputado Vilmar Rocha, cotado para a Casa Civil, também teve seu nome ventilado para a cultura, mas negou a indicação e esclareceu que apenas auxiliou na articulação de um encontro a pedido de Kleber Adorno. Já Ademir Luiz, presidente da UBE-Goiás, figura historicamente entre os cotados, embora não busque ativamente a função.

O objetivo principal de Daniel Vilela para a pasta é assegurar uma administração moderna e alinhada a propostas de inovação, exigindo um salto qualitativo para o setor no estado.

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