O piloto Diogo Moreira viveu um contraste marcante entre duas etapas consecutivas da MotoGP. Depois de conquistar um histórico segundo lugar na corrida Sprint do GP do Japão, em Motegi, o brasileiro enfrentou um fim de semana difícil no GP da Indonésia, em Mandalika. Sem encontrar o rendimento esperado na moto, o competidor encerrou a corrida principal na 16ª posição.
Dificuldades desde os treinos livres
Os problemas começaram ainda na sexta-feira, durante os primeiros treinos. Ao longo da etapa, o brasileiro relatou falta de sensibilidade na pilotagem, inclusive na dianteira da moto, ponto que costumava oferecer maior confiança. Na classificação, ele não passou da 21ª colocação, sendo 17º na Sprint e 16º na prova principal.
Frustração em pista favorita
O cenário ruim em Mandalika gerou ainda mais frustração por se tratar de um dos circuitos favoritos do piloto, onde possui histórico positivo e múltiplas vitórias. Diante da falta de aderência e das quedas ao longo dos três dias, o objetivo principal passou a ser apenas completar o percurso com segurança.
Foco na sobrevivência em pista
“Foi um fim de semana super difícil, com certeza. No fim, eu estava apenas tentando terminar a corrida e não cair de novo. Estava tentando apenas superar esse fim de semana”, afirmou o brasileiro aos jornalistas.
Cautela para o GP da Austrália
O próximo desafio da categoria será o GP da Austrália, marcado para o dia 25 de outubro em Phillip Island. Após a experiência negativa na Ásia, o representante nacional preferiu adotar cautela e não antecipou expectativas para a sequência do campeonato.
“Por enquanto nenhuma [expectativa]. Porque, no fim das contas, chegamos aqui, nessa pista que eu gosto de pilotar e que a Honda foi bem no ano passado e não deu certo. Então precisamos chegar na Austrália e ver o que acontece”, concluiu.