A campanha de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República intensifica as ações de rua neste sábado (17) com duas carreatas programadas em municípios estratégicos de Goiás. Os eventos contam com o apoio de lideranças políticas regionais de peso e ocorrem em um momento decisivo da disputa pelo Palácio do Planalto no segundo turno.
Roteiro das mobilizações em Aparecida de Goiânia e Anápolis
A primeira concentração de apoiadores está marcada para as 8h30 em Aparecida de Goiânia, com ponto de encontro no Auto Posto Bessa, localizado no setor Jardim Progresso. Na sequência, a comitiva segue para Anápolis, onde os veículos se reunirão a partir das 10h30 na Avenida Pedro Ludovico, diante do Convento Regina Minorum.
As manifestações contam com a articulação e presença de nomes fortes da política estadual, incluindo o governador reeleito Daniel Vilela (MDB) e o ex-governador Ronaldo Caiado. Também integram a linha de frente os senadores eleitos Gracinha Caiado (UB) e Gustavo Gayer (PL). Na agenda de Anápolis, o prefeito eleito pelo Partido Liberal, Márcio Corrêa, reforça a comitiva.
Pesquisas de intenção de voto mostram polarização acirrada
Os atos políticos ocorrem sob o reflexo de sondagens eleitorais recentes que apontam um quadro de forte competitividade entre o postulante do PL e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
No levantamento do Datafolha divulgado na quinta-feira (15), Flávio Bolsonaro registrou 51% dos votos válidos, contra 49% de Lula, excluindo brancos e nulos. A rodada indicou oscilação de um ponto percentual para cima para o petista e a redução de um ponto para o senador.
Outros levantamentos confirmam equilíbrio
Pesquisas publicadas na sequência ratificaram a indefinição da corrida eleitoral. O instituto PoderData/Aya registrou uma igualdade numérica exata, com 50% das intenções válidas para cada postulante.
Margens semelhantes foram verificadas pela CNT/MDA, com Flávio atingindo 50,5% ante 49,5% do atual presidente. Já o levantamento realizado pela Futura apontou 50,8% para o candidato de oposição frente a 49,2% do mandatário, mantendo o cenário totalmente aberto na reta decisiva da eleição.