O segundo turno das eleições presidenciais deste domingo (25) foi marcado por tragédias envolvendo eleitores. Pelo menos três pessoas morreram após passarem mal enquanto aguardavam na fila para registrar o voto em diferentes regiões do país. As ocorrências foram registradas nos municípios de Muriaé, em Minas Gerais, Vitória da Conquista, na Bahia, e Maricá, no Rio de Janeiro.
Ocorrências em Minas Gerais e Bahia
Na cidade mineira de Muriaé, um homem de aproximadamente 50 anos sofreu um mal súbito pouco antes de alcançar a urna eletrônica. Profissionais de enfermagem que trabalhavam no local prestaram o socorro inicial até a chegada do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), mas o óbito foi constatado no próprio colégio eleitoral. A identidade da vítima não foi tornada pública pelas autoridades.
Já no município baiano de Vitória da Conquista, o sargento da Polícia Militar Venicius Rodrigues dos Santos, de 50 anos, desmaiou na calçada da Escola Municipal Cláudio Manoel da Costa enquanto esperava para votar. Integrante da Companhia Independente de Policiamento Especializado (Cipe) Sudoeste, o policial recebeu manobras de reanimação de populares, equipes do Samu e de colegas de corporação, mas não resistiu.
Caso no Rio de Janeiro e atendimento médico
O terceiro falecimento aconteceu em Maricá, no litoral fluminense. Um homem de 59 anos perdeu a consciência por volta das 9h40 na fila de votação do CIEP 259, situado na região central da cidade. O Corpo de Bombeiros e o Samu foram acionados para atender a vítima, que já se encontrava em parada cardiorrespiratória, e realizaram o transporte para o Hospital Municipal Conde Modesto Leal, onde o falecimento foi confirmado após a entrada na unidade.
Investigação sobre as causas dos óbitos
Até a última atualização dos dados pelas autoridades competentes, não havia um laudo oficial que comprovasse a ocorrência de infarto em nenhum dos três casos. As ocorrências se deram durante o período de votação do pleito, que teve início às 8h e encerrou às 17h, no horário oficial de Brasília.
As equipes médicas mobilizadas em cada uma das ocorrências seguiram todos os protocolos de reanimação disponíveis nos locais e nos hospitais, mas as vítimas, com idades entre 50 e 59 anos, acabaram não resistindo às complicações de saúde súbitas.